Câmara aprova uso da tecnologia blockchain para assinar documentos digitais
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A Câmara dos Deputados aprovou um projeto focado na tecnologia blockchain para atestar assinaturas digitais. O avanço legislativo ocorreu com a votação na quarta-feira (13).
Os membros da Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação aprovaram o texto substitutivo para modernizar os registros. Esta medida reduz a dependência dos certificados oficiais comercializados com a chancela do governo.
Essa nova determinação altera o modelo fechado da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil). Sistemas independentes passam a ter amparo legal na assinatura de arquivos da internet.
Comissão aprova tecnologia blockchain para validar documentos digitais
O parlamentar Rodrigo da Zaeli (PL-MT) relatou a proposta e elaborou um texto alternativo para a matéria. Esse projeto 1195/2025 possui a autoria original do deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM).
A redação primária da pauta focava na inclusão da tecnologia blockchain como único meio alternativo de validação. O relator Zaeli decidiu ampliar a cobertura da lei para abranger outras ferramentas contemporâneas.
Legisladores buscam amparar inovações presentes e futuras dentro da mesma base jurídica federal. A flexibilidade do formato evita o engessamento das leis perante o progresso ininterrupto das criptomoedas.
Concordância entre partes garante validade de arquivos assinados
A nova lei estabelece um critério objetivo para atestar o valor de documentos na rede. Ambas as partes envolvidas na negociação precisam concordar com a ferramenta de verificação escolhida.
O consenso afasta a nulidade dos acordos firmados fora do sistema fiscalizado do governo. Desta forma os cidadãos podem utilizar redes descentralizadas com total amparo institucional.
Entidades do Brasil possuem uma estrutura estatal para a venda e fiscalização de certificados de assinaturas. Tal proposta quebra o monopólio e abre espaço para soluções amparadas nas infraestruturas de criptoativos.
Legislação brasileira adapta regras para descentralização tecnológica
As mudanças propostas interagem com as diretrizes da Lei das Assinaturas Eletrônicas sancionada nos anos anteriores. A união dos textos legais cria um ecossistema amigável para os novos adeptos do bitcoin.
Além disso a descentralização atrai investidores acostumados com o mercado de transações sem intermediários. O uso desse modelo para assinar contratos reduz despesas burocráticas na rotina corporativa.
A tramitação em caráter conclusivo acelera a jornada do documento dentro das comissões federais. Os deputados da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania farão a próxima análise técnica.
Inovações na câmara buscam reduzir burocracia dos contratos
Matérias baseadas em inovações ganham tração na câmara com os debates sobre o rumo do ambiente cibernético nacional. Sistemas interligados protegem as informações contra as alterações indevidas promovidas por fraudadores digitais.
A validação por múltiplos nós agrada companhias desgastadas com os processos lentos. Essa infraestrutura compartilhada propicia auditorias precisas sem a cobrança de impostos embutidos nos serviços governamentais.
O texto precisa superar as avaliações dos políticos nas comissões antes de seguir para a casa revisora. O Senado executará o escrutínio final da pauta com o objetivo de transformar a iniciativa em lei.
Fonte: Câmara aprova uso da tecnologia blockchain para assinar documentos digitais
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