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Brasileiro participa de ataque ao bitcoin que pode levar a mudanças no código em breve

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Moeda do bitcoin pegando fogo Brasileiro participa de ataque ao bitcoin que pode levar a mudanças no código em breve

Indivíduos independentes executaram um ataque combinado previamente contra a rede de testes do bitcoin na quarta-feira (8) e o programador brasileiro Narcélio Filho participou do evento estruturado por especialistas de várias partes do mundo. O objetivo central dessa iniciativa envolve expor vulnerabilidades antigas, conhecidas há 15 anos, e colaborar para uma possível atualização na tecnologia deixada por Satoshi.

A busca incessante por um sistema à prova de falhas move esses construtores digitais todos os dias. Jameson Lopp, por exemplo, convocou vários desenvolvedores para inundar o ambiente conhecido por signet com dados corrompidos de propósito, no dia 3 de abril. Tais blocos maliciosos buscam atrasar o processo de validação estrutural e sufocar o fluxo de transações livres.

Ignorar brechas na base de registros contraria a ética inegociável dos verdadeiros criadores e arquitetos de software. Filho alertou seus seguidores na plataforma X sobre o teste de estresse programado para a rede signet. Ele explicou o impacto teórico de blocos muito complexos sobre a capacidade de processamento dos nós computacionais.

Blocos com ataque na rede de testes de bitcoin
Blocos com ataque na rede de testes de bitcoin produzem mais demanda para verificações, pesando a validação por nodes (Foto/Narcélio Filho).

Ameaças ao funcionamento descentralizado do Bitcoin?

Ataques de negação de serviço representam um perigo constante para a autonomia do ecossistema de finanças privadas. Uma avalanche coordenada de informações pesadas faz as máquinas operarem com fadiga extrema durante a leitura. Sendo assim, os especialistas simulam o caos absoluto para forjar defesas sólidas antes de qualquer colapso real.

Membros ativos da comunidade chamam essa tática ofensiva de ameaça de sobrecarga computacional contra a rede monetária. Agentes com intenções destrutivas criam blocos anormais para confundir as máquinas encarregadas da verificação dos livros abertos.

Consequências de um ataque real em grande escala causariam danos severos à confiança do público investidor.

Soluções estruturais em desenvolvimento

A solução definitiva para o problema reside na proposta de limpeza do consenso desenhada por alguns programadores. Codificadores debatem essa correção estrutural sob a sigla técnica BIP 54 há bastantes anos nos fóruns especializados.

Testes práticos exigem muito engajamento voluntário de toda a comunidade espalhada por diversos continentes em prol da excelência. Indivíduos rodam o software Bitcoin Core na infraestrutura paralela para acompanhar os resultados do ataque coordenado e cada voluntário observou as falhas de desempenho das máquinas e anotou os tempos exatos das validações de dados.

O processo de fortalecimento das regras de consenso demanda muita paciência para evitar efeitos indesejados nas transações financeiras diárias. Adequar o protocolo base exige tempo farto e revisão criteriosa por pares de elevada capacidade e reputação técnica. Por isso, as mudanças passam por simulações exaustivas nas mãos de especialistas focados na segurança intransigente do sistema.

Evolução amparada na ação direta

O brasileiro resumiu o panorama para o portal Livecoins ao afirmar que “As correções deste, e dos outros problemas citados no BIP-54, já foram implementadas e já estão sendo testadas na implementação chamada de “Bitcoin Inquisition”. São modificações simples no código de consenso e deve ser ativadas em breve com um softfork.

Pela internet, outros usuários compartilharam resultados dos testes, com alguns casos demorando mais de 1 minuto para que um Node de bitcoin registrasse um novo bloco minerado pela rede.

Blocos validados na rede de testes do Bitcoin com problemas demoram muito mais a serem processados em nodes as
Blocos validados na rede de testes do Bitcoin com problemas demoram muito mais a serem processados em nodes (Foto/Enviada por Narcélio).

No tempo normal, ou com a correção Inquisition, não leva nem um segundo para que um node registre um bloco, ou seja, os testes mostram que o ataque de lentidão poderia afetar o princípio de descentralização do bitcoin.

A ideia acabou confirmada por Loop nesta quinta-feira (9), quando ele publicou no X que o BIP54 corrige a falha com sucesso, defendendo uma atualização na rede.

“Ao longo do último dia, foram realizadas demonstrações de ataques de negação de serviço (DoS) contra o Bitcoin Signet. Isso comprova o potencial de um minerador malicioso criar blocos que levam ordens de magnitude a mais do que o normal para serem validados pelos nós, causando caos em toda a rede. O BIP54 corrige esse problema!”

Possíveis correções ao evento malicioso seguem no radar dos desenvolvedores, em um ano em que a ameaça da computação quântica ganhou notoriedade entre a comunidade.

Fonte: Brasileiro participa de ataque ao bitcoin que pode levar a mudanças no código em breve

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